{"id":12477,"date":"2026-06-22T11:37:17","date_gmt":"2026-06-22T11:37:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.volunteeringsolutions.com\/blog\/volsol-volunteer-sharon-umayam-peru-thailand-south-africa-2\/"},"modified":"2026-06-22T11:37:17","modified_gmt":"2026-06-22T11:37:17","slug":"volsol-volunteer-sharon-umayam-peru-thailand-south-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.volunteeringsolutions.com\/pt-br\/blog\/volsol-volunteer-sharon-umayam-peru-thailand-south-africa\/","title":{"rendered":"VolSol Volunt\u00e1ria Sharon Umayam &amp; #8211; Per\u00fa &#8211; Tail\u00e2ndia &#8211; \u00c1frica do Sul"},"content":{"rendered":"<div class=\"text-align-justify\">Sharon Umayam \u00e9 de Dededo, Guam, e atualmente trabalha como enfermeira registrada em S\u00e3o Francisco, Calif\u00f3rnia. Sharon foi volunt\u00e1ria da Volunteering Solutions no Peru em agosto de 2009, na Tail\u00e2ndia em fevereiro de 2012 e na Cidade do Cabo, \u00c1frica do Sul, em fevereiro de 2013. <\/div>\n<h3 class=\"text-align-justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-entity-uuid=\"79a9269a-9cc6-454c-b6d3-6ccdaee39492\" data-entity-type=\"file\" src=\"\/wp-content\/uploads\/legacy\/inline-images\/468929659_10162781074224524_5326576506409473917_n.jpg\" height=\"310\" width=\"413\" data-align=\"right\"> Por que voc\u00ea decidiu fazer trabalho volunt\u00e1rio no exterior com a Volunteering Solutions no Peru, Tail\u00e2ndia e \u00c1frica do Sul?<\/h3>\n<div class=\"text-align-justify\"> Escolhi a Volunteering Solutions porque eles tinham recebido muitas avalia\u00e7\u00f5es positivas de volunt\u00e1rios anteriores, eram acess\u00edveis e seus projetos eram sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p> Minha primeira miss\u00e3o com a VS me levou ao Peru. Escolhi o Peru por dois motivos: 1) A cidade foi constru\u00edda em torno de antigas ru\u00ednas incas e 2) Eu queria praticar meu espanhol. As pessoas eram amig\u00e1veis e, mesmo sendo mulher e viajando sozinha, me senti muito segura. Nessa miss\u00e3o, trabalhei como enfermeira volunt\u00e1ria e tive a sorte de ser designada para uma cl\u00ednica de sa\u00fade para viajantes. Cuidamos de diversos tipos de pessoas, desde estudantes de universidades pr\u00f3ximas at\u00e9 ind\u00edgenas em vilarejos remotos nos Andes. Durante essa viagem, tive a oportunidade de visitar as antigas ru\u00ednas incas de Machu Picchu.<\/p>\n<p> Minha segunda miss\u00e3o me levou \u00e0 Tail\u00e2ndia. Escolhi a Tail\u00e2ndia por v\u00e1rios motivos, sendo os principais: 1) queria fazer trabalho volunt\u00e1rio com crian\u00e7as v\u00edtimas da AIDS e da explora\u00e7\u00e3o sexual e 2) sou apaixonada por elefantes asi\u00e1ticos e queria passar um tempo com eles. Essa miss\u00e3o me levou a um orfanato localizado em uma pequena vila cercada por arrozais. Era lindo. As crian\u00e7as tinham entre 3 e 18 anos, eram extremamente positivas e me ensinaram uma das maiores li\u00e7\u00f5es da vida: \u201cNunca se concentre no passado de algu\u00e9m, mas sim no futuro e no potencial dessa pessoa\u201d. L\u00e1, tive a sorte de poder cavalgar um lindo elefante, sem sela, at\u00e9 o topo de uma montanha. Depois da longa caminhada, fizemos uma guerra de \u00e1gua no rio antes de voltarmos para casa.<\/p>\n<p> Ambas foram experi\u00eancias incr\u00edveis. As miss\u00f5es foram extremamente gratificantes e as atividades dispon\u00edveis para os volunt\u00e1rios durante nosso tempo livre foram fant\u00e1sticas.<\/p>\n<p> As acomoda\u00e7\u00f5es foram fant\u00e1sticas em ambas as viagens. Todos os dias eu acordava e tinha tempo para me arrumar. Um cozinheiro local preparava uma deliciosa refei\u00e7\u00e3o t\u00edpica para os volunt\u00e1rios. Depois, eu, junto com os outros volunt\u00e1rios, \u00edamos para os locais designados. Os respons\u00e1veis por cada local nos davam as tarefas e pass\u00e1vamos o resto do dia (6 a 8 horas) nos divertindo enquanto as realiz\u00e1vamos. As tarefas inclu\u00edam educar os pacientes sobre quest\u00f5es de sa\u00fade, pintar um mural no orfanato, ajudar as crian\u00e7as com a li\u00e7\u00e3o de casa, criar pistas de obst\u00e1culos para as crian\u00e7as competirem entre si e auxiliar os cozinheiros no preparo das refei\u00e7\u00f5es. <\/p><\/div>\n<h3 class=\"text-align-justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-entity-uuid=\"ad0c5f04-d487-41f0-a6c0-ab5eec6b818b\" data-entity-type=\"file\" src=\"\/wp-content\/uploads\/legacy\/inline-images\/517985609_10163899526739524_5567913533891253586_n.jpg\" height=\"278\" data-align=\"right\" width=\"414\"> Descreva suas atividades di\u00e1rias como volunt\u00e1rio.<\/h3>\n<div class=\"text-align-justify\"> Ambas as miss\u00f5es de voluntariado come\u00e7aram com uma orienta\u00e7\u00e3o sobre a cultura e o idioma do pa\u00eds, dicas de seguran\u00e7a e de como se locomover usando o transporte p\u00fablico, al\u00e9m de sugest\u00f5es de lugares para visitar antes da partida. As orienta\u00e7\u00f5es foram completas e muito \u00fateis.<\/p>\n<p> As acomoda\u00e7\u00f5es foram fant\u00e1sticas em ambas as viagens. Todos os dias eu acordava e tinha tempo para me arrumar. Um cozinheiro local preparava uma deliciosa refei\u00e7\u00e3o t\u00edpica para os volunt\u00e1rios. Depois, eu, junto com os outros volunt\u00e1rios, \u00edamos para os locais designados. Os respons\u00e1veis por cada local nos davam as tarefas e pass\u00e1vamos o resto do dia (6 a 8 horas) nos divertindo enquanto as realiz\u00e1vamos. As tarefas inclu\u00edam educar os pacientes sobre quest\u00f5es de sa\u00fade, pintar um mural no orfanato, ajudar as crian\u00e7as com a li\u00e7\u00e3o de casa, criar pistas de obst\u00e1culos para as crian\u00e7as competirem entre si e auxiliar os cozinheiros no preparo das refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> Durante a noite, os volunt\u00e1rios se recolhiam e compartilhavam hist\u00f3rias sobre o nosso dia. Os dias eram exaustivos, mas tamb\u00e9m muito gratificantes.<\/p><\/div>\n<h3 class=\"text-align-justify\"> Que conselho voc\u00ea daria para futuros volunt\u00e1rios?<\/h3>\n<div class=\"text-align-justify\"> Meus conselhos s\u00e3o: 1) Prepare-se para se apaixonar pelas pessoas de cada pa\u00eds; 2) Leve pouca bagagem, pois voc\u00ea certamente voltar\u00e1 com muitas lembrancinhas; 3) Leve uma c\u00e2mera e tire muitas fotos; 4) Use sapatos confort\u00e1veis; 5) Divirta-se!<\/div>\n<h3 class=\"text-align-justify\"> De que forma essa experi\u00eancia impactou seu futuro?<\/h3>\n<div class=\"text-align-justify\"> Essas viagens me impactaram de muitas maneiras. Passei a valorizar muito mais as dificuldades que as pessoas enfrentam. Fiquei muito mais impressionado com a resili\u00eancia das crian\u00e7as. Estou muito mais aberto \u00e0s diferen\u00e7as culturais. Acima de tudo, me sinto mais inspirado a querer menos e dar mais, porque as pessoas com quem trabalhei (pacientes e crian\u00e7as) me ensinaram a doar incondicionalmente.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sharon Umayam \u00e9 de Dededo, Guam, e atualmente trabalha como enfermeira registrada em S\u00e3o Francisco, Calif\u00f3rnia. Sharon foi volunt\u00e1ria da Volunteering Solutions no Peru em agosto de 2009, na Tail\u00e2ndia em fevereiro de 2012 e na Cidade do Cabo, \u00c1frica do Sul, em fevereiro de 2013. 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