Política de Proteção à Criança e ao Adulto Vulnerável
A Volunteering Solutions, com uma variedade de projetos voltados para o cuidado de crianças e pessoas com deficiência em diferentes locais, prioriza a segurança e o bem-estar de todas as crianças e adultos vulneráveis envolvidos com a organização.
Qualquer pessoa com menos de 16 anos é considerada criança, e qualquer adulto que necessite da ajuda de outra pessoa devido a deficiência, doença ou condições socioeconômicas é considerado adulto vulnerável.
A organização e todos os seus funcionários/voluntários cumprem as normas e regulamentos e lidam com cautela com assuntos relacionados a crianças e adultos vulneráveis.
A política garante que medidas rigorosas serão tomadas em caso de qualquer dano físico, mental ou emocional causado a qualquer beneficiário durante os serviços de colocação.
Todas as crianças e adultos vulneráveis associados à VolSol são tratados com igual dignidade e respeito, pois não acreditamos em discriminação. Esta política de proteção garante que tanto crianças quanto adultos vulneráveis estejam a salvo de abusos, e que os voluntários também estejam protegidos contra falsas acusações de abuso.
Código de Conduta Básico para Voluntários da VolSol
A Volunteering Solutions possui uma década de experiência nesta área e, com o tempo, compreendemos a necessidade de um conjunto de regras e regulamentos, não apenas para o bem-estar da comunidade, mas também para o bem-estar dos voluntários.
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Nenhuma criança ou adulto vulnerável pode ser retirado do local de acolhimento sem autorização prévia da organização.
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Os voluntários não estão autorizados a levar crianças ou adultos vulneráveis para nenhuma das casas de família, pousadas, hotéis ou acomodações dos voluntários.
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Se algum voluntário desejar tratar crianças/adultos vulneráveis no local de acolhimento, deverá obter autorização da organização.
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Os voluntários devem ser extremamente afetuosos e cordiais, de mente aberta e receptivos ao lidar com as pessoas no local de atuação.
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Os voluntários não devem exercer força física inadequada ao lidar com crianças ou adultos vulneráveis, que possa causar medo, intimidação ou angústia.
Os voluntários receberão um Código de Conduta detalhado após chegarem ao local de atuação, durante a Orientação do Programa.