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Conheça Jacob Custer, que foi voluntário na Índia e no Quénia.
Sem categoria · Junho 22, 2026 · 3 min read
Jacob Custer é natural de Washington, D.C. e atualmente recruta professores qualificados para uma rede de escolas que trabalha para reduzir a disparidade de desempenho académico entre raças nos Estados Unidos. É licenciado pela Michigan State University e mestre em educação pela George Washington University. Trabalhou como voluntário duas vezes no Quénia em 2010 e uma vez em Nova Deli, na Índia, em 2011, com a organização Volunteering Solutions.
Porque decidiu fazer trabalho voluntário no estrangeiro com a Volunteering Solutions no Quénia e na Índia?
Aqui nos Estados Unidos, trabalho na área da reforma da educação e o meu trabalho diário consiste em garantir que todos os estudantes americanos, independentemente da raça ou origem, recebem uma educação de qualidade. Infelizmente, existe uma enorme disparidade entre os alunos brancos e negros nos Estados Unidos. Estou a trabalhar para diminuir esta desigualdade e garantir que todos recebem a educação que merecem. Sinto que o meu trabalho é um serviço tanto ao meu país como à luta pela igualdade.
Este trabalho levou-me a querer ajudar para além das fronteiras do meu país. Embora haja muita disparidade e desigualdade aqui nos EUA, também existem em muitos países do mundo. Escolhi ser voluntária no Quénia e na Índia (e em breve no Vietname) porque quero retribuir e causar algum tipo de impacto, independentemente de quão grande ou pequeno seja. Tenho uma paixão por viajar e aprender sobre outras culturas, e consigo unir essa paixão ao meu desejo de tornar este mundo num lugar melhor através do voluntariado no estrangeiro. Penso que continuarei a visitar outros países e a fazer trabalho voluntário para o resto da minha vida.
O que tornou esta experiência de voluntariado no estrangeiro única e especial?
O Quénia e a Índia são locais muito diferentes, mas ambos são locais onde as pessoas são muito calorosas e acolhedoras e, infelizmente, há necessidade de melhorar a qualidade de vida e a educação dos seus cidadãos. O Quénia foi único porque existe um forte sentido de comunidade e uma profunda cordialidade entre as pessoas. Os quenianos trabalham arduamente e são realmente dedicados a tornar as suas vidas, e muitas vezes as dos que os rodeiam, melhores e mais prósperas. A Índia é um local muito agitado, cheio de pessoas que ficam entusiasmadas por te ver por lá. Pessoas de diversas origens e religiões vivem na Índia e são muito recetivas aos visitantes. Gostei de trabalhar com crianças num abrigo de rua e ajudá-las com a matemática e outras competências básicas em que necessitavam de apoio. Os indianos são muito pacíficos e estão sempre em movimento.
De que forma essa experiência impactou o seu futuro?
Continuo a querer tornar o mundo num lugar melhor, tanto no meu país como no estrangeiro. A minha experiência como voluntária abriu-me realmente os olhos para a imensa necessidade noutros países e fez-me perceber o quão privilegiada sou e o quão importante é retribuir e não dar nada como garantido. Agora que os meus olhos estão abertos, posso trabalhar para ajudar a abrir os olhos dos outros e garantir que continuo a fazer parte da solução.