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Conheça Lauren Kenny, voluntária na Tailândia.

Sem categoria · Junho 22, 2026 · 4 min read

Conheça Lauren Kenny, de Christchurch, Nova Zelândia. A Lauren trabalha como Representante de Atendimento ao Cliente e foi voluntária no programa especial de duas semanas em Surin, Tailândia, com a Volunteering Solutions. Nesta entrevista, Lauren fala sobre o apoio que recebeu dos coordenadores, a sua rotina diária e atividades, e porque é que a sua experiência na Tailândia foi única e especial.

Porque decidiu ser voluntário(a) com a Volunteering Solutions na Tailândia? Como foi o apoio e a preparação antes da viagem?

Pesquisei bastante online para encontrar um grupo de voluntariado (algo que já ponderava há algum tempo) e fiquei impressionada com o site da Volunteering Solutions. As informações no site eram claras e concisas, e as oportunidades oferecidas aos voluntários são muito melhores do que as de quase qualquer outro grupo, por um custo mais baixo! O apoio e as informações pré-viagem foram muito úteis, pois deram-me uma ideia do país para onde ia e das expectativas básicas em relação à língua e à cultura. Evitou-me uma situação embaraçosa por não cometer nenhuma gafe cultural.

Descreva as suas atividades diárias como voluntário.

O meu principal projeto de voluntariado foi na área dos cuidados infantis. Isto significava que tinha o privilégio de trabalhar com crianças dos 3 aos 6 anos. Logo de manhã, sentávamo-nos em círculo e cantávamos canções simples, como "Se estás contente e sabes disso, bate palmas" e outras canções divertidas que ensinavam os números às crianças. Depois, era a vez da "escrita", quando as crianças praticavam as letras e os números em inglês, traçando-os. De seguida, era hora de brincar, onde as crianças construíam coisas com blocos de construção grandes. Ajudava frequentemente as crianças a construir torres, pontes, camiões e até armas. Era muito interessante ver como funcionavam os seus cérebros! Depois, servíamos o almoço das crianças, fornecido pela escola, e colocávamo-las a dormir. Nesse momento, almoçava com os voluntários que davam aulas e, à tarde, ia para a sua sala de aula, onde ensinávamos inglês a crianças dos 7 aos 13 anos (era uma turma diferente todos os dias, por isso variava bastante).

No âmbito do meu programa, tive a oportunidade de passar dois dias na aldeia dos elefantes. Foi uma experiência maravilhosa e extremamente gratificante. No primeiro dia, passámos a manhã a cortar cana-de-açúcar para os elefantes e depois conhecemos Pilin, a elefanta que vive com o Sr. Lee (em cuja casa estávamos hospedados). À tarde, fizemos um passeio de elefante até ao rio e tomámos banho com os elefantes. No regresso a casa do Sr. Lee, parámos num templo e ajudámos um senhor idoso a ensacar o seu arroz, pois era época de colheitas. No segundo dia, assistimos a um espetáculo de elefantes de manhã, que foi muito divertido e interessante. À tarde, fizemos um passeio de caiaque pelo rio e também demos um mergulho. Foi muito refrescante e divertido.

O que tornou esta experiência de voluntariado única e especial?

As pessoas com quem trabalhei (os coordenadores) fizeram com que todos se sentissem parte da família. Sentimo-nos sempre acolhidos, desde o primeiro minuto em que conhecemos todos os coordenadores. Fizeram realmente toda a diferença na experiência. Adorei trabalhar com as crianças e os elefantes, mas, sem dúvida, os coordenadores transformaram uma experiência já de si ótima numa experiência brilhante 🙂

De que forma essa experiência contribuiu para o seu crescimento pessoal e profissional e impactou o seu futuro de alguma maneira?

Esta experiência mostrou-me, na prática, o quão sortudo sou e o quão sortudo é a Nova Zelândia. Vivo num país lindo que me proporciona, a mim e à minha família, tantas oportunidades que as pessoas na Tailândia simplesmente não têm. Motiva-me a ajudar ainda mais, desde que tenha a sorte de ter recursos financeiros e um empregador compreensivo.

Alguma dica para os voluntários que queiram vir à Tailândia?

Sem hesitar, participe! Será incrivelmente bem recebido pelos coordenadores e será uma experiência verdadeiramente mágica. Será algo que jamais esquecerei e que espero repetir o mais breve possível 🙂